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VACINAÇÃO CONTRA O VÍRUS HPV

No dia 10 de março iniciou-se a vacinação contra o vírus HPV, nas escolas, para meninas entre 11 e 13 anos de idade o que vem causando muitas dúvidas e discussão.
O assunto é da maior relevância, visto que o PAPILOMA VÍRUS HUMANO ( HPV ) é o responsável pela maioria dos casos de câncer de colo do útero, patologia que acomete aproximadamente 19.000 brasileiras anualmente e leva a morte de cerca de 4.000 mulheres no Brasil todos os anos, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer ( INCA ). O HPV está associado também, aos cânceres: da vagina, da vulva, do ânus, do reto, do pênis e da orofaringe, e ainda causa o aparecimento de verrugas genitais.
Há mais de uma centena de tipos de vírus HPV, e eles são conhecidos por números, por exemplo: HPV 16, HPV 18, HPV 33 e assim por diante.Porém, a grande maioria das infecções são causadas por apenas 4 deles: o 16 e 18 que são causadores de aproximadamente 70 % dos casos de câncer do colo uterino e o 6 e 11 que são responsáveis pelo aparecimento de 90 % das verrugas genitais, estas, tanto em mulheres quanto em homens.
A principal via de contaminação pelo HPV se dá pelo contato sexual. Estima-se que mais de 60% da população sexualmente ativa em algum momento de suas vidas, terão contato com um ou mais desses tipos de HPV, ou seja, a probabilidade de contaminação é real e alta, sendo mais elevada quanto maior o número de parceiros sexuais e na ausência de proteção nestas relações.
A vacina que está sendo oferecida é conhecida como quadrivalente e tem como objetivo estimular a produção de anticorpos específicos […]

  • Mulher x Exercícios
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    A Importância dos Exercícios Físicos para a Saúde da Mulher

A Importância dos Exercícios Físicos para a Saúde da Mulher

A prática regular de atividade física tem seus benefícios já bem comprovados em ambos os sexos. Fazer exercícios regularmente é tão importante para a saúde quanto cuidar da alimentação e do sono. Além de saudável, a atividade física promove bem-estar e melhora a qualidade de vida. Para o sexo feminino, essa abordagem adquire algumas especificidades que incluem desde as diferenças do perfil hormonal e dos percentuais de gordura e massa muscular até as respostas e adaptações ao exercício.
Embora a doença arterial coronariana (DAC) seja a principal causa de morte em homens e mulheres, a cada ano aumenta mais esse número entre as mulheres. Na idade jovem, o risco de ataque cardíaco é menor nas mulheres em relação aos homens e isso traz a falsa impressão de que a mulher estará sempre protegida. Entretanto, com o aumento da idade, o risco de ataque cardíaco torna-se semelhante em homens e mulheres.
Apesar dessas estatísticas, muitos profissionais de saúde, assim como o público citam o câncer de mama e a osteoporose como os maiores riscos de saúde para mulheres acima de 50 anos. Esses são problemas importantes, mas devemos nos lembrar de que o risco de morte por doença coronária entre as mulheres na pós-menopausa é de 31% contra 2,8% para fratura de quadril e de câncer de mama.
As mulheres que optam por um estilo de vida mais saudável e incluem a prática de exercícios em sua rotina diária reduzem o risco dessas doenças e complicações, sobretudo, daquelas cardiovasculares, metabólicas e até mesmo de alguns tipos de câncer, como o de mama, do cólon e da vesícula biliar. Além disso, melhoram a saúde óssea e reprodutiva, o humor, a autoestima, controlam os níveis de estresse e o peso […]

  • Odor forte representa uma infecção quando vem acompanhado de secreções, coceira, ardência e dor.
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    Aprenda cuidar da higiene íntima e evite odores indesejados

Aprenda cuidar da higiene íntima e evite odores indesejados

Produtos de higiene íntima até disfarçam odores da região genital e evitam infecções, mas não precisam ser usados todos os dias. Saiba por quê.

Por trás de uma atitude que aparentemente seria apenas uma questão de higiene, existe um incômodo feminino velado: a má relação com o próprio cheiro, ou melhor, com o odor natural da região genital. “A mulher não lida bem com o odor da vulva nem com a secreção normal”, atesta a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Ambulatório da Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Para a médica, isso está relacionado à falta de intimidade com o próprio corpo, o que é fruto de uma educação sexualmente repressiva. “É comum a mãe dizer à filha para não colocar a mão na genitália por ser ‘suja’ ou ‘nojenta’”, diz Carolina. Isso explica por que tantas mulheres usam os produtos de higiene íntima diariamente e de forma até exagerada. “Eles não são essenciais para uma boa higiene íntima”, revela. Entenda os motivos.
O que é pH vaginal?
Trata-se do grau de acidez que mantém a flora vaginal em equilíbrio e impede a ação de bactérias. O pH ideal (medido em exames de laboratório) fica entre 3,5 e 4,5. Quando esse número é alterado (por vários motivos, como estresse ou uso contínuo de antibióticos), alguns micro-organismos se proliferam na região, causando infecções vaginais. Produtos de higiene íntima seguem o padrão vaginal (de 3,5 a 4,5) e mantêm a acidez necessária para evitar infecções, mas a higiene íntima não precisa necessariamente ser feita só com esses produtos. “Eles podem ajudar mulheres que vivem tendo infecções ginecológicas”, diz Carolina. O sinal de alerta é quando surgem três infecções em seis meses. “Quem não convive com esse […]

Você é uma mulher moderna?

A imagem da mulher apenas como responsável pelo lar e pela procriação, sem acesso à vida acadêmica e à política, e sem anseios profissionais, ficou no passado. Desde a década de 1970, a participação feminina no mercado de trabalho e na vida pública vem crescendo e mostrando sua importância como peça ativa na sociedade.

 
Ser responsável pela casa, cuidar dos filhos, trabalhar, estudar, dirigir e enfrentar horas de trânsito. Tudo isso faz parte hoje do universo feminino. E com tantas demandas, é fundamental a preocupação com a saúde e a alimentação da mulher.
“A mulher mudou e mudou a sociedade. E agora a sociedade, o homem e a família se reposicionam num quebra-cabeça social em constante mudança. Hoje, ela escolhe como e com quem quer se relacionar, quando quer engravidar. Trata sua TPM, algo que antes atrapalhava sua performance no trabalho ou no relacionamento amoroso. Enfim, ela pode se cuidar, investir num corpo saudável, num relacionamento que a faça bem, e ainda tem tempo para crescer profissionalmente. Ou seja, a mulher foi redefinindo seu lugar social”, afirma o Dr. Eduardo Zlotink, ginecologista do Einstein.
Contudo, os desafios da mulher moderna vão muito além dos âmbitos doméstico e profissional. Agora eles também chegam aos consultórios médicos, com queixas de estresse, alimentação inadequada, sedentarismo e poucas horas de sono. Tudo isso é resultado do acúmulo de funções no seu dia a dia. Logo, podemos afirmar que houve uma mudança nos tipos de doenças mais frequentes nas últimas décadas.
De acordo com o Dr. Eduardo Zlotink, o combate e a prevenção ao estresse e às doenças mais frequentes, os riscos da automedicação, a importância de se visitar um profissional de saúde regularmente e as contribuições da pílula anticoncepcional e do tratamento […]